Michel Cortes Martinho Reis é profissional com atuação consolidada na gestão e execução de projetos sociais voltados à inclusão de pessoas com deficiência, paradesporto, educação inclusiva e políticas públicas de esporte e cidadania, com base em Niterói – RJ. Sua trajetória é marcada pelo uso do esporte, especialmente das artes marciais, como ferramenta de desenvolvimento humano, autonomia e transformação social. Graduando em Educação Física, desenvolveu experiência prática significativa na coordenação de equipes, planejamento de ações, acompanhamento de metas e articulação institucional com organizações públicas e da sociedade civil. Desde 2017, é idealizador e coordenador do Projeto Social “Muay Thai Sem Fronteiras”, realizado na APAE Niterói, iniciativa que promove o acesso ao esporte adaptado e fortalece práticas inclusivas. Atuou como professor de Muay Thai no Centro Cultural Abrigo de Bondes (2018–2020), foi Coordenador de Ações e Metas de Projetos na Oficina do Parque (2024) e atualmente exerce a função de Diretor Geral do Espaço Nova Geração (ENG), com atuação nos territórios de Cantagalo e Fonseca. Também é Conselheiro da Associação Fluminense de Artes Marciais desde 2015. Com formação complementar em capacitação paradesportiva, arbitragem e primeiros socorros, atuando ativamente como palestrante em congressos, workshops e ações de formação em educação inclusiva. Recebeu Moção de Aplausos da Câmara Municipal de Niterói em reconhecimento ao impacto social de seu trabalho.
Idealizado pelo professor e educador Michel Cortes, o projeto MUAY THAI SEM FRONTEIRAS baseia-se na prática desportiva do Muay Thai direcionada à pessoa com deficiência (PcD). Foi pensado com a finalidade de efetiva realização da interação social e melhoria da saúde física e mental, direcionado a um público que se encontra à margem da sociedade, carente de oportunidades e práticas sociais inclusivas. O projeto promove ações de valorização da prática desportiva com foco no atendimento a pessoas com deficiência. Além de integrar a educação formal com saberes e fazeres do desporto e de suas linguagens e técnicas, contribui com a ampliação das condições políticas, sociais e culturais que permitem garantir formalmente à acessibilidade como direito.